BIBLIOGRAFIA GERAL - APOCALIPSE

APOCALIPSE DE SÃO JOÃO: Esperança, Coragem e Alegria - CÍRCULOS BÍBLICOS

 de Frei. CARLOS MESTERS e FRANCISCO OROFINO - Editado pelo CEBI e PAULUS.   

 

  ÁLVAREZ VALDÉS, Ariel. Preguntas bíblicas - ¿Es cierto que sólo se salvarán 144.000?. In: Vida Pastoral. Santafé de Bogotá, Colombia, 2000. v.28, n.99, p.49-53. Reflexiona sobre la simbología de los números "actualmente ningún estudioso serio de la Biblia admite que la cifra de 144.000 responda a una cantidad exacta. Todos están de acuerdo en que se trata de un número simbólico". (SA)

 ÁLVAREZ VALDÉS, Ariel. ¿Quién es 'la bestia' del Apocalipsis?. In: Vida Pastoral. Santafé de Bogotá, Colombia, 2000. v.28, n.100, p.57-61. "En diversos momentos del libro del Apocalipsis aparece la bestia, así como la descripción de su actividad en contra de los cristianos y de la iglesia de Jesús. Pero no son los lugares claves para poder descifrar el misterio que encierra su figura: los capítulos 13 y 17. En los dos el autor aporta los datos suficientes para que el lector que nos conozca el sentido de este símbolo, pueda descobrirlo... La bestia es, en el Apocalipsis, nada más, pero tampoco nada menos, que el Imperio Romano". (SA) número 666 - poder

 ÁLVAREZ VALDÉS, Ariel. ¿Quién es 'la bestia' del Apocalipsis?. In: Signos de Vida. Quito, Ecuador, 2000. n.17, p.16-19. "En diversos momentos del libro del Apocalipsis aparece la bestia, así como la descripción de su actividad en contra de los cristianos y de la iglesia de Jesús. Pero no son los lugares claves para poder descifrar el misterio que encierra su figura: los capítulos 13 y 17. En los dos el autor aporta los datos suficientes para que el lector que nos conozca el sentido de este símbolo, pueda descobrirlo... La bestia es, en el Apocalipsis, nada más, pero tampoco nada menos, que el Imperio Romano". (SA) número 666 - poder

 CÁRDENAS PALLARES, José. Carlos Mesters y equipo de la CRB. El sueño del pueblo de Dios. Las comunidades y los movimientos apocalípticos, México, Ed. Dabar, 1999, 352p. (Tu Palabra es Vida, 7). In: Efemérides Mexicana. México, México, 2000. v.18, n.53, p.253-258. Quiere "compartir algunas reflexiones sobre este libro tan interesante y tan desigual... A pesar del gran parecido entre el portugués y el español la traducción es deficiente... El libro es de calidad desigual, al grado que a veces parece estar escrito por mentes opuestas, hay muchas inexactitudes... Al principio del libro hay unas orientaciones prácticas para la lectura de la Biblia en común. Por lo general son muy valiosas. Se trata de no leerla en un ficticio vacío histórico. Además, recomiendan estudiar la situación en la que surgió el texto. Se invita a leerlo en un ambiente de oración, con miras a un compromiso en la fe y en la misión, y expresar ese compromiso en forma de ofertorio. Estas recomendaciones son el antídoto contra un exégesis estéril. La guía a la lectura del Apocalipsis es excelente. Explica a grandes rasgos el movimiento apocalíptico, aclara el contexto socioeconómico en que surge el libro, hace notar los peligros del movimiento apocalíptico hoy en día; en concreto, de cómo se distorsiona el mensaje de este libro". (SA)

 FERREIRA, Joel Antônio. É possível rezar em tempo de perseguição? A liturgia da vida no Apocalipse. In: Estudos Bíblicos. Editora Vozes/Editora Sinodal, Petrópolis/São Leopoldo, Brasil, 2000. n.35, p.54-67. O autor "analisando o Apocalipse, mostra como as orações e louvores que ali aparecem brotam e celebram o momento conflitual em que vive a Igreja. Também hoje as comunidades comprometidas com o Cristo ressuscitado e com a justiça são capazes de celebrar a partir do conflito, porque nele têm a experiência da libertação". (SA) tempo de perseguição - oração - louvor

 HOEFELMANN, Verner. Como entender os símbolos do Apocalipse. In: 22 perguntas & respostas da fé. Editora Sinodal, São Leopoldo, Brasil, 2000. p.44-47. Breve aproximação à simbologia do Apocalipse e explicação de algum desses símbolos do livro. (DG)

 HOLMES, Raymond. La adoración en el libro de Apocalipsis. In: Theologika. Lima, Perú, 2000. v.15, n.1, p.2-32. "La adoración en el libro de Apocalipsis - uno de los libros bíblicos donde más aparece el motivo de la adoración es el Apocalipsis. De hecho el libro empieza con una escena de adoración al resucitado por Juan y esta acción de adoración se manifiesta a lo largo del libro llegando al clímax de la adoración cuando los redimidos los hacen ante el trono de la deidad. El autor acertadamente menciona que la adoración cristiana ha decaído tremendamente y sugiere que, ésta debe de seguir los patrones bíblicos de adoración si es que los adoradores desean recibir las bendiciones que realmente implican adorar 'en espíritu y en verdad'". (DG) adoración teocéntrica - liturgia - majestuosa - humillación - cordero - Babilonia - remanente Apocalipsis 1,17 -Apocalipsis 4,10 - Apocalipsis 5,14 -Apocalipsis 14,1-5 - Apocalipsis 13 - Apocalipsis 14,6-12]

 MAGALHÃES, Luiz Carlos. "Eis que estou à porta e bato" - Apocalipse 3,20 - Mística da hospitalidade. In: A Tribuna. Campinas, Brasil, 2000. v.91, n.3776, p.16-17. Reflexão bíblica sobre o texto mencionado, enfatizando a dimensão da hospitalidade. São mencionados, sem ser estudados, muitos textos bíblicos que resgatam esta dimensão da vida dos/as cristãos/as . (DG)

 MINCATO, Ramiro. "Deus e a história no Apocalipse de S. João". In: Teocomunicação. Porto Alegre, Brasil, 2000. v.30, n.129, p.497-511. "Deus e a história são dois aspectos que analisaremos neste artigo. A apocalíptica apresenta uma pluralidade de concepções de Deus, assim como diversas são aquelas da história. Cada obra apocalíptica tem suas características... Veremos como o Apocalipse de S. João trata o tema da história e de Deus, como ele enfrenta essas situações, pois o Apocalipse tinha um objetivo bem-determinado: animar os primeiros cristãos perseguidos e marginalizados por causa da fé. O que foi dito naquele tempo aos primeiros cristãos vale para qualquer época da Igreja no mundo. Veremos também o que é a apocalíptica e qual o conceito de Deus e de história que S. João nos apresenta"; aborda os seguintes itens: "1 - A apocalíptica"; "2 - A concepção de Deus no Apocalipse de S. João" e "3 - A compreensão da história no Apocalipse". (SA) simbolismo

 MINCATO, Ramiro. Apocalipse, a história nas mãos de Deus. In: Mundo Jovem. Porto Alegre, Brasil, 2000. v.38, n.305, p.19. Reflexão sobre o Apocalipse: "um apocalipse é uma determinada maneira de ler a história a partir da fé... O Apocalipse de São João é o último livro da Bíblia. A igreja reconhece nele um livro inspirado por Deus, escrito sob sua ordem: 'revelação de Jesus Cristo, que lhe foi confiada por Deus para manifestar a seus servos o que deve acontecer em breve...' (Apocalipse 1,1). 'O que vês, escreve num livro e manda às sete igrejas...' (1,11). O significado da palavra é, portanto, revelação". (SA)

 MONTEIRO, Simei. Liturgia em tempo de opressão à luz do Apocalipse, Centro de Liturgia, Faculdade de Teologia N. Sra. da Assunção/Paulinas, São Paulo, 1990 (Cadernos de Liturgia, 1). In: Estudos Bíblicos. Editora Vozes/Editora Sinodal, Petrópolis/São Leopoldo, Brasil, 2000. n.35, p.84-87. Uma resenha; "Qual a relação entre o que se vive hoje no Brasil e na América Latina com a Bíblia e a liturgia? Essa é a questão que este texto busca responder... Sem desmerecer a contribuição da hermenêutica bíblica, fica faltando um pouco mais de implicações práticas para nossas liturgias. Dizer que há liturgia no Apocalipse é quase redundante. É preciso descobrir de forma mais efetiva quais os elementos litúrgicos, propriamente ditos, que o texto sugere. Por outro lado a linguagem da fundamentação teológica não é a mesma da liturgia. É demasiado explicativa, pesada mesmo. Como traduzi-las em linguagem celebrativa? Fica o desejo de que a liturgia em tempo de opressão, um tempo que é tão nosso, a liturgia de nossas comunidades, supere esse domínio do discurso e caminhe para a grande festa da vida, a liturgia onde se conversa, ri, chora, grita e canta e, nessa andança litúrgica, descobre o que a Bíblia tem a dizer". (SA)

 MOURA, Arlindo. A desmistificação dos poderes bestiais - Apocalipse 13. In: Estudos Bíblicos. Editora Vozes, Petrópolis/São Leopoldo, Brasil, 2000. n.68, p.89-101. Estudo do capítulo 13 que busca, entre outros aspectos, desmascarar a falsidade e as ilusões que as bestas e as bestinhas de ontem e de hoje carregam em si, para se perpetuar e consolidar seu poder. "O presente comentário, porém, não pretende abordar todo o livro do Apocalipse, mas, de maneira peculiar, o capítulo 13, em que as imagens referidas acima são destaques centrais... o capítulo 13 é dotado de uma simbologia extraordinária formada por números e animais. Esses elementos são contributos que fazem ver o destino final do dragão, das bestas e também daqueles que são por elas perseguidos". (DG [dez chifres - dez diademas - besta - cordeiro - 666 - dragão

 RUBEAUX, Francisco. "Caiu, caiu a Babilônia, a grande..." - Apocalipse 18,2. In: Estudos Bíblicos. Editora Vozes, Petrópolis/São Leopoldo, Brasil, 2000. n.68, p.80-88. "A partir do capítulo 18 do Apocalipse, ele nos mostra que o desafio é não cair nas ciladas e ilusões de força e poder das bestas imperiais, que se renovam a cada etapa da história, mas conseguir resistir na vivência de algo alternativo e novo, com fé na vitória final, que será do Cordeiro e de seus seguidores!". (DG) [sistema econômico romano - império romano - Apocalipse 13 - Apocalipse 18,9-10 - Apocalipse 18,11-16 - Apocalipse 18,17-20]

 SAUER, Erich. O triunfo do crucificado. In: A Candeia. Gramado, Brasil, 2000. v.13, n.51, p.1027-1030. Estuda "O sistema do Anticristo" a partir de Apocalipse 13; "conforme o Apocalipse 13 o Anticristo virá como cabeça de um sistema humano que é inimigo de Deus, em oposição e imitação aberta à trindade divina". (SA)

 STAM, Juan. Los siete mundos de Juan de Patmos. In: Signos de Vida. Quito, Ecuador, 2000. n.16, p.29-33. Presenta los siete mundos de Juan de Patmos: "El mundo del imperio romano"; "El segundo mundo de Juan es el mundo de las escrituras hebreas"; "El tercer mundo de Juan era el de literatura apocalíptica"; "El mundo de Qumran enriquecía también el pensamiento de Juan de Patmos"; "Otro mundo tangencial al Apocalipsis es el de la tradición rabínica"; "Otro mundo que definitivamente habitaba Juan de Patmos era el mundo de la liturgia, tanto judía como cristiana" y "Finalmente, otro mundo en que vivía Juan de Patmos, y donde tendremos que entrar si queremos compartir sus visiones y su mensaje, es el mundo de la imaginación". (SA)

 SZCZERBACKI, Rubens. Revelando os mistérios do Apocalipse. 2a ed. Betel, Rio de Janeiro, Brasil, 2000. 342p. A 1a impressão é de 1986; "é um livro de contornos simples e uma ferramenta para que o cristão não encare o Apocalipse como um filme de terror, mas como parte integrante das Escrituras Sagradas. É um livro onde, versículo por versículo, o autor explica os fundamentos de palavras, signos e figuras, de modo a servir como fonte de consulta tanto para estudiosos em escatologia como para leigos em geral. O Apocalipse é um livro de consumação, pois revela o plano final de Deus para a igreja e para Israel... O objetivo é desmistificá-lo a partir de uma visão histórico-judaico-profética, conclamando o povo de Deus a assumir uma postura responsável diante do seu Senhor para uma vida santa e piedosa, a fim de não passar pelo tempo de grande angústia reservado brevemente para este planeta"; divide o livro em diversos capítulos: "1 - As coisas que tens visto"; "As coisas que são - Introdução"; "2 - Carta às igrejas em Éfeso, Esmirna, Pérgamo e Tiatira"; "3 - Carta às igrejas em Sardes, Filadélfia e Laodicéia"; "4 a 22 - Introdução"; "4 - A visão do trono da majestade divina"; "5 - O livro selado com sete selos"; "6 - A abertura dos seis primeiros selos"; "7 - O ministério dos 144 mil israelitas"; "8 - O sétmo selo - As quatro primeiras trombetas"; "9 - A quinta e a sexta trombetas"; "10 - O liivrinho doce amargo"; "11 - As duas testemunhas e a sétima trombeta"; "12 - A mulher e o dragão"; "13 - As duas bestas"; "14 - O evangelho eterno - A ceifa e a vindima"; "15 - Os sete anjos com as sete taças cheias das últimas pragas"; "16 - As sete taças são derramadas"; "17 - A queda de Babilônia espiritual"; "18 - A destruição de Babilônia mística: Roma"; "19 - Alegria e triunfo nos céus - A vitória de Cristo"; "20 - Satanás é amarrado por mil anos - O juízo final"; "21 -O novo céu e a nova terra - A Nova Jerusalém"; "22 - O rio da água da vida - Admoestações e promessas finais - Conclusão" e o "Apêndice - Os cinco anjos dos continentes". (SA)

 LONA, Horacio. Milenio y milenarismo. In: Proyecto. Buenos Aires, Argentina, 1999. v.11, n.34, p.5-47. . "Las dos palabras que conforman el título de este artículo tienen una raiz común: la alusión a la cifra mil. En el caso de milenio el punto de referencia es evidente y no necesita mayores explicaciones. Hace poco tiempo hemos comenzado un nuevo 'milenio'. En un cierto sentido se trata de un año como cualquier otro, pero el hecho de que sea el año 2000, un número 'redondo', le confiere un carácter especial. La cifra sugiere la concepción de una etapa temporal que ha llegado a su fin para dar lugar a una nueva etapa que recién comienza. Todos sabemos que muchas cosas seguirán su curso, pero aún así aceptamos la invitación a jugar con el tiempo y con la ilusión de un nuevo comienzo". A partir de esta introducción el artículo recupera la memoria de los primeros cristianos que pensaban en un nuevo milenio, no tanto como inicio de un nuevo año sino más bien como una forma especial de esperanza. A este tipo de esperanza es que la teología ha llamado de milenarismo. Desarrolla el tema con estas premisas, partiendo del texto de Apocalipsis 20,4-10, que describe el gran triunfo de Dios sobre los poderes malignos que han oprimido a los creyentes. En la primera parte, p.6-14 aborda los presupuestos, considerando el contexto social de la crisis cultural y religiosa del judaísmo en la primera mitad del siglo segundo a.C., incluyendo los textos del libro del Apocalipsis etíope de Henoc 19,12-17; Génesis 5,21-24, Apocalipse de Baruc 29,3-8, Apocalipsis de Baruc 30,1 y Apocalipsis de Baruc 40,3. Seguidamente estudia otros textos como Job 40,15-24, Cuarto libro de Esra 7,26-32, Génesis 15,1-3 e Isaías 65,17-25. En la segunda parte, p.14-38, estudia los testimonios del milenarismo cristiano, especialmente Apocalipsis 20,4-10, 1 Corintios 15,23-26 y el aporte de algunos padres de la iglesia. En la tercera parte, p.39-45 estudia los enemigos del milenarismo y en la cuarta parte, p.45-47 estudia milenio y milenarismo (DG)

 MENDES, Elizabeth. Espiritualidade do jubileu. In: Encontros Teológicos. Instituto Teológico de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil, 1999. v.14, n.2, p.83-87. "O artigo é uma breve contribuição para a espiritualidade do jubileu, esse 'tempo sagrado', 'ano de graça e de misericórida' que temos agora o privilégio de celebrar. A autora lembra que o jubileu se processa em duas vias: é 'Deus procurando o ser humano', e 'a política da terra', o jubileu e 'a sociedade de consumo', o jubileu e 'a cultura da privatização', o jubileu e 'a cultura da solidariedade', terminando por acenar à dimensão profética e apocalíptica do jubileu, a dimensão do 'êxodo rumo a uma nova terra e um novo céu, na esperança de que se façam novas todas as coisas'. - Apocalipse 21,5". (DG) homem - sociedade - consumo

 Arlindo. O livro da revelação - O Apocalipse. In: Revista Salette. Marcelino Ramos, Brasil, 2001. março-abril, p.3-5. "Sempre que falamos do livro do Apocalipse nos vem a idéia do 'fim do mundo'. Esta é uma idéia errada que ao longo do tempo acabou se impondo, como se este último livro da Sagrada Escritura descrevesse o 'fim do mundo'. A literatura apocalíptica está largamente difundida no Antigo e Novo Testamento. Isto tanto na literatura dos judeus como nos escritos dos primeiros cristãos. Nos evangelhos encontramos trechos declaradamente pertencentes a este tipo de linguagem, de literatura religiosa". (SA) sete selos - dia do Senhor

 GRINGS, Dadeus. A igreja de Cristo x plano pastoral. In: Teocomunicação. Porto Alegre, Brasil, 2001. v.31, n.131, p.13-20. "Ao iniciarmos o estudo para o grande projeto pastoral, que deve nortear, coordenar e harmonizar nossas atividades eclesiais, abrimo-nos à voz do Espírito, para ouvir o que ele diz á nossa igreja, á semelhança das mensagens dirigidas ás 7 igrejas da Ásia , exaradas nos primeiros capítulos do Apocalipse". Aborda "A igreja do Pai misericordioso"; "Igreja missionária" e "A igreja do Espírito participativo". SA) trindade

 JUCKSCH, Alcides. Em breve deve acontecer - Estudando o último livro da Bíblia, versículo por versículo. Editora Conhecer a Bíblia, Gramado, Brasil, 2001. 219p. Um estudo no qual apresenta cada versículo do livro do Apocalipse com um breve comentário. "Os acontecimentos do futuro são mostrados à Igreja de Cristo, a fim de que ela seja sua representante nesta época da graça ao mundo oferecida. Os seguidores de Cristo, neste mundo conturbado, devem ser transparentes para Jesus que mora em seus corações. Assim, para o mundo em trevas é anunciada a esperança do evangelho. Principalmente no livro do Apocalipse, é-nos indicado o caminho que leva ao reino de Deus. A primeira parte deste livro profético do Novo Testamento agora é explicada". Algumas vezes apresenta uma breve introdução aos capítulos. (SA) revelação - igrejas - glória de Deus - planos de Deus - futuro - anticristo - símbolos - mundo rebelde - demônios - aflitos - consolo de Deus - evangelização - povo de Israel - severidade de Deus - grande Babilônia - queda da grande Babilônia - júbilo no céu - julgamento final - reino de Deus - novo céu - nova terra - paraíso restabelecido

 RIBEIRO, Ricardo. La esperanza. In: Página Valdense. Paysandú, Uruguay, 2001. n.60, p.2. Una reflexión a partir de Apocalipsis 21,1: "la fe y la esperanza son las guías provisorias que nos conducen a la práctica del amor". (SA)

 SAUER, Erich. O triunfo do crucificado. In: A Candeia. Editora Conhecer a Bíblia, Gramado, Brasil, 2001. v.14, n.53, p.1065-106. Reflete a partir de Apocalipse 13: escreve "acerca da natureza do sistema anticristão". (SA) linguagem - profecia bíblica

 

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ESCREVA PARA: Xavier Cutajar